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Bienal deu vida a Jaraguá e encerra gestão Valéria na UFAL sob aplausos

Valéria Correia, reitora da UFAL, não conseguiu realizar o sonho de uma boa gestão à frente da maior universidade pública de Alagoas.

Mas, ela encerra sua gestão realizando a melhor Bienal encarada por uma universidade- a única nestes moldes do Brasil.

Uma Bienal que tinha tudo para dar errado. Afinal, foi realizada no bairro de Jaraguá, uma joia histórica abandonada pelo poder público.

Ela uniu as equipes de Rui Palmeira e Renan Filho no mesmo propósito. E provou, na pratica, que ambos podem ser maiores que as mediocridades do cálculo eleitoral.

Jaraguá virou festa nestes dias.

Quebrou o monopólio das editoras. Escritores “sem selo” tiveram espaço para lançarem e comentarem seus livros.

Qualquer pessoa poderia submeter sua ideia e apresentar em oficinas ou mesas ao grande público. Um conselho filtrou as propostas.

Ou seja: democratização do saber, sem privilégios aos donos da cultura em Alagoas que tiveram seus espaços, mas dividindo com outros.

Números? Mais de 300 mil pessoas passaram pelo bairro, visitando a Bienal. Um recorde.

Valéria Correia se despede do comando da universidade. A professora Elvira Barreto também deixa a Edufal.

E o tamanho da Bienal 2019 foi o delas.

Viva Jaraguá.

Uma resposta

  1. Quem disse que ela naobfez uma boa gestão?
    A gestão de Valéria foi a melhor d2 5odas as outras , ela na ganhou as eleições por puro preconceito e daí News.
    Fez funcionar a ética pública e colocar a ufal entre as melhores das universidades .
    Aprovou no Consuni matéria de relevância como o nome social e cotas na pós, entre outros atos importantes para a população alagoana.

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