Não são apenas as cidades de Pindoba e Piaçabuçu que em Alagoas preocuparam mais os pesquisadores da Firjan. Pelo diagnóstico, vinte dos 91 municípios avaliados pela federação estão entre os 500 piores resultados do IFGF.
“Nesse contexto, os resultados do IFGF revelaram um quadro de péssimos resultados para Alagoas: 95,6% dos municípios do Estado apresentaram situação fiscal difícil ou crítica, a maior proporção observada entre os estados brasileiros, diz o relatório- ao destacar Alagoas.
Mais: chama o desempenho dos municípios alagoanos, chamado de “fraco” pela Firjan. As cidades têm baixa arrecadação própria (não produzem riqueza, existem por causa dos repasses federais), os prefeitos não têm planilha de investimentos e a folha de pagamento tem funcionários públicos demais, já que as cidades alagoanas não tem uma política de emprego, por não ter incentivos financeiros. É a pior situação do Brasil- aponta a Firjan.
A cidade mais bem colocada em Alagoas- e que ganha destaque nacional, por estar na 42a colocação entre as mais bem administradas do Brasil- é Barra de São Miguel- única a obter conceito “excelente” do índice da Firjan com “um bom desempenho em todos os indicadores”- o que inclui receita própria, gastos com pessoal, investimentos, liquidez e custo da dívida.
Na lista das melhores em Alagoas estão, além da Barra de São Miguel: Porto de Pedras, Coruripe, Jequiá da Praia, Maceió, Arapiraca, Marechal Deodoro, Paulo Jacinto, Carneiros e São Miguel do Milagres.
Na outra, a lista das piores gestões- com Piaçabuçu na primeira colocação alagoana (a segunda pior gestão do Brasil), seguido de: Pindoba, Matriz de Camaragibe, Campestre, Jundiá, Passo de Camaragibe, Inhapi, Joaquim Gomes, Colônia Leopoldina e São José da Tapera.