O uso de avião da FAB para atos de campanha eleitoral, conforme revelou o Metrópoles, não incomoda o presidente da Câmara Arthur Lira.
Ele sumiu do guia eleitoral de Rodrigo Cunha, tem o apoio de Collor para a reeleição e procura manter os votos que devem reconduzi-lo ao comando do legislativo em fevereiro de 2023.
De manhã, ele fala em ajuste fiscal, equilíbrio das contas públicas e outras quinquilharias do neoliberalismo.
À tarde usa bem público em benefício dele mesmo.
Tudo certo, diz a lei.
