Arquiteta desaparecida há oito dias no Recife

Diário de Pernambuco

O Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) apresentou nesta segunda-feira detalhes do caso de uma arquiteta que está desaparecida desde o dia 13 de setembro. Núria Babyane Alves da Silva, de 30 anos, é de Mato Grosso, mas mora há cinco anos no Recife. Os colegas de trabalho estranharam sua ausência e acionaram familiares e a polícia.

A delegada Gleide Ângelo, à frente das investigações, disse que Núbia foi vista pela última vez por volta das 8h40 da segunda-feira passada, deixando o escritório de arquitetura onde trabalha, no bairro do Cordeiro, no Recife. Na casa dela, no mesmo bairro, também não foram encontrados sinais de arrombamento. Roupas e o cachorro da arquiteta, foram deixados, indicando que ela não teria viajado ou deixado o imóvel premeditadamente. A delegada acrescentou que Núbia não tem namorado e está trabalhando em dois projetos com prazo de entrega para esta terça-feira. O desaparecimento já completa oito dias. A polícia trabalha agora buscando contatos da arquiteta. Quem tiver informações pode telefonar para o número 34219595 do Disque Denúncia. O anonimato é garantido.

Outros casos – As investigações estão sendo coordenadas pela delegada Gleide Ângelo, com vasta experiência no assunto. Ela doi a responsável pelo caso da estudante do curso de direito da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) Vaniela Oliveira Varela, de 26 anos, encontrada depois de quatro dias de desaparecimento. O inquérito policial descobriu que a jovem teria ficado hospedada na praia de Tambaú, na Paraíba.

A delegada investigou outro caso recente, desta vez com fim trágico. Maria Alice de Arruda Seabra, de 19 anos, foi sequestrada e assassinada. O corpo da jovem, de 19 anos, foi localizado sem a mão esquerda, vestido com uma bermuda amarela e uma camiseta vermelha, e o rosto coberto por uma camisa branca. Depois de cinco dias desaparecida, foi encontrada sem vida em um canavial do Engenho Burro Velho, no km 28 da BR-101 Norte, em Itapissuma. O local foi indicado pelo padrasto da jovem, o operário de construção civil Gildo da Silva Xavier, 34, assassino confesso.

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