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Aliança pelo Brasil é uma seita com ameaças de morte a críticos e opositores

O Aliança pelo Brasil é uma seita. Vai receber dízimo, não fundo partidário. Seus filiados cultuarão a personalidade dos Bolsonaro, como já acontece na ditatorial Coreia do Norte, de Kim Jong Un.

Seu símbolo é a “arminha”, que virou a ameaça explícita de Jair Bolsonaro e seus seguidores a quem lhes criticasse ou se opusesse a seus planos teocráticos.

Outro símbolo são os cartuchos de armas disparados e transformados numa peça de metal para fotos.

Há dois discursos. Um de que o partido terá de reunir as assinaturas necessárias para disputar as eleições no próximo ano. Outro é de Bolsonaro- que tenta mostrar flexibilidade nestas regras. Ou seja: se Aliança pelo Brasil não puder disputar em 2020 vai para 2022.

Na prática valerá a ameaça: o recolhimento recorde de assinaturas até março e a pressão contra a Procuradoria Eleitoral e os ministros do TSE para que estas assinaturas sejam validadas.

São 500 mil assinaturas, em pelo menos 9 estados. Não valem os robôs das redes sociais. Também não valem filiados a partidos políticos. Cada assinatura tem de ser checada.

Com as leis valendo menos no Brasil, alguém duvida que, no jogo pesado dos Bolsonaro, o Aliança pelo Brasil não vai valer até março?

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