Operação da Polícia Federal, em curso nesta sexta-feira (12/12) contra desvios de emendas parlamentares, tem como um dos alvos Mariângela Fialek, a “Tuca”, um dos braços de Arthur Lira (PP-AL) na Câmara.
Ela controlava a planilha do orçamento secreto quando Lira era presidente da Câmara.
O deputado trata Tuca como amiga. Já foi conselheira fiscal da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) e da Caixa Econômica, até abril de 2025, segundo apurou Igor Gadelha, do portal Metrópoles.
“Mariângela ainda permaneceu lotada na presidência da Câmara por alguns meses após a eleição de Hugo Motta (Republicanos-PB), em fevereiro de 2025. Atualmente, ela está lotada na liderança do PP e recebe salário mensal bruto de R$ 23,7 mil”, diz o colunista.
Batizada de “Transparência”, a operação da PF tem objetivo de apurar irregularidades na destinação de recursos públicos por meio de emendas. Estão sendo investigados os crimes de peculato, falsidade ideológica, uso de documento falso e corrupção.
A operação foi autorizada pelo ministro do STF Flávio Dino, mas a decisão está sob sigilo.








