Acompanhamento de síndromes gripais e de casos de Covid-19 na população carcerária de Alagoas

Da assessoria

Os casos de Covid-19 na população carcerária em Alagoas representam apenas 2% de seu total. O de síndromes gripais corresponde a 0,6%.

Neste último critério estão incluídas as manifestações com sintomas parecidos, mas, não diagnosticadas como Covid-19.

De acordo com acompanhamento realizado pelas autoridades de saúde, no âmbito da SERIS (Secretaria de Ressocialização e Inclusão Social), bem como no da Secretaria de Saúde (Sesau), do total de mais de 4,8 mil reeducandos, o número de casos confirmados de Covid–19 é de 99 registros.

A população interna no sistema prisional alagoano está distribuída entre Maceió e o Presídio do Agreste da seguinte forma: na capital, as unidades reúnem 3.822 reeducandos; no Agreste, 1.010; o que totaliza uma população carcerária de 4.832 internos.

Covid

Ainda conforme as estatísticas, nesta sexta-feira (07) havia três casos em investigação nas unidades em Maceió. E não havia nenhum caso em investigação no Presídio do Agreste.

Entre os casos confirmados, a distribuição era a seguinte: em Maceió, 89 casos e, no Agreste, dez casos.

Em Maceió, havia 89 casos de reeducandos já recuperados de Covid-19 e no Agreste, dez.

De casos descartados, em Maceió havia 276 registros e, no Agreste, 137; o que totalizava 413 casos descartados, após o período de investigação pelas autoridades de saúde.

Até esta primeira sexta-feira, tinham sido feitos 461 testes para detecção de Covid, entre os integrantes da população carcerária de Alagoas, sendo 431 em Maceió e 30 testes entre os reeducandos, no Presídio do Agreste.

E, a exemplo do período da pandemia, ao longo de 2020 e 2021, não há registro de mortes pela doença entre os internos – tanto na capital quanto no interior – em 2022.

Síndromes gripais

Considerando as demais síndromes gripais, foram confirmados, até esta sexta-feira, 29 casos nas unidades de Maceió e nenhum, no Presídio do Agreste.

E, a exemplo do saldo referente à Covid, não há óbitos devido às síndromes gripais entre a população carcerária de Alagoas.

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