Os trabalhadores do SAMU que fizeram neste domingo o socorro às vítimas do acidente de ônibus que matou 18 pessoas na cidade de União dos Palmares (Alagoas) enfrentam uma condição bem mais difícil no dia a dia: a falta de equipamentos suficientes para a execução de tarefas e até macacões rasgados.
A última vez que o Estado comprou macacão e um par de botas para os trabalhadores foi em 2018, quando deveria ser dois macacões e um par de botas todos os anos.
“O meu macacão sujou de sangue e teve de ser lavado. Não deu tempo de secar no outro dia. E não pude trabalhar. E eu só tinha um. Tive de ir para o setor administrativo nesse dia”, explica um funcionário.
Em 2023, o governo lançou o programa Salve Mais: para agilizar o socorro, uniu os atendimentos do SAMU e bombeiros.
Segundo uma fonte, o serviço enfrenta problemas porque o SAMU e os bombeiros continuam chegando ao mesmo tempo nas ocorrências, quando isso deveria deixar de existir já que as centrais são unificadas.
