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A cegueira no meio espírita alimenta a destruição

A foto é de Araquém Alcântara, que conseguiu trazer a dor genuína imposta aos seres que atravessam diversas etapas evolutivas neste planeta, em solo brasileiro no ano de 2019 – na representação de um tamanduá cego, queimado pelo fogo que destrói vidas para levantar impérios capitais.

Ação irremediavelmente ligada ao voto em Bolsonaro.

Consequência ligeira da escolha mais avessa que a racionalidade poderia ter feito em pleno século XXI.

A morte ovacionada, a banalização do sofrimento imposto à sociedade, natureza e corpos individuais; um país que sucumbe.

O que dirão os célebres médiuns bolsonaristas?

Como reagirão os seguidores acéfalos destes médiuns fascinados?

Há angústia, sufocamento, dor e morte no Brasil, e Lula está preso, portanto, isento de qualquer culpa!

Há destruição, crime de lesa-pátria e crime contra a humanidade saindo deste nicho tupiniquim, e o PT não está no poder para ser acusado.

Será que ainda continuarão cegos, irmãos espíritas?

Abram os olhos e contemplem a semeadura de Bolsonaro, aquele que derrubou inúmeros do cavalo branco das ilusões classistas, afetando indiscriminadamente a vida em nosso país.

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