O Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5) decide, no próximo dia 11, em Recife, se o prefeito de Murici, Remi Calheiros (PMDB)- irmão do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB)- será ou não responsabilizado pelo desvio de R$ 677.563,31 em verbas do Programa de Alimentação Escolar (PNAE), quando ele era prefeito da cidade em 1998.
O Ministério Público Federal entrou com Ação de Improbidade Administrativa contra Remi Calheiros. Pediu a perda dos direitos politicos e pagamento de multa.
Por enquanto, Remi foi beneficiado por uma decisão do juiz federal Paulo Machado Cordeiro. De acordo com ele, o MPF entrou com a ação cinco anos após o fim do segundo mandato de Remi em Murici. Por isso, o magistrado pediu a extinção do processo contra o prefeito.
Remi é citado em outras situações, consideradas estranhas. Duas delas: contratos emergenciais, sem licitação, assinados dois anos após as enchentes na cidade e gastos com o carnaval, apesar da crise nas prefeituras.





