Odilon Rios
reporternordeste.com.br
Policiais militares, civis, bombeiros e agentes penitenciários decidem até sexta-feira se cruzam ou não os braços no carnaval em Alagoas. Todos vão apresentar pautas conjuntas e separadas.
Os PMs, por exemplo, querem cobrar os resídios de 7%- referentes a 2007 (ano em que os policiais ficaram dois dias aquartelados) e o pagamento de quinquênios.
Segundo o vice-presidente da Associação Nacional dos Praças do Brasil, Wagner Simas, um PM alagoano recebe R$ 1.500 líquido, são 7.500 homens na tropa- o ideal seriam 16.200.
Os PMs, assim como os policiais civis, os agentes penitenciários e os bombeiros terão assembleias separadas- e uma unificada às 14 horas, na praça Deodoro, Centro de Maceió, para definir se param ou não no carnaval.
O secretário de Defesa Social, coronel Dário César, disse que os militares conhecem a lei. “E a lei será cumprida para quem entrar em greve”.
O movimento faz parte de uma ação conjunta, com os PMs da Bahia, em greve desde a semana passada.






