A coluna Ilustrada da Folha de S.Paulo, assinada por Gabriel Vaquer, revelou que um estudo encomendado pela Globo identificou uma rejeição significativa do mercado publicitário em relação à influenciadora Virgínia Fonseca, apesar de seus mais de 54 milhões de seguidores e enorme alcance nas redes sociais.
Principais pontos do estudo
– Perfil de público: Virgínia tem forte penetração entre mulheres das classes C e D, mas não consegue atrair o mesmo engajamento em segmentos de maior poder aquisitivo.
– Percepção de imagem: O levantamento apontou que ela é vista como alguém que “faz tudo para aparecer”, o que gera resistência entre marcas que prezam por discrição ou sofisticação.
– Grandes anunciantes: Empresas de setores como bancos e operadoras de telefonia evitam associar suas campanhas à influenciadora, mesmo reconhecendo seu alcance.
– Impacto no mercado: Essa rejeição explica por que Virgínia, apesar de ser a maior influenciadora do Brasil em números, não fecha contratos de peso com patrocinadores de alto padrão.







