O mistério envolvendo o paradeiro de Daiane Alves Sousa ganhou um novo e dramático capítulo nesta sexta-feira (16). A Polícia Civil de Goiás (PCGO) formalizou a criação de uma força-tarefa para investigar o caso, que agora passa a ser conduzido oficialmente pelo Grupo de Investigação de Homicídios (GIH). Daiane desapareceu após descer ao subsolo do prédio onde residia, em Caldas Novas, e não ser mais vista.
A mudança na linha de investigação foi confirmada por Nilse Alves Pontes, mãe da vítima. Segundo ela, as autoridades deixaram de trabalhar com outras hipóteses sobre o sumiço da filha para focar na possibilidade de um crime violento.
“Agora, finalmente, a Delegacia de Homicídios tomou conta da situação. Eles pararam de procurar outros motivos para o desaparecimento da Daiane. Agora é caso mesmo de homicídio”, desabafou Nilse em entrevista, demonstrando a angústia com o novo rumo das buscas.
Em nota oficial, a Polícia Civil informou que os trabalhos estão sob a presidência do delegado titular do GIH, contando com o apoio integrado de equipes das delegacias locais. A corporação detalhou que as diligências atuais incluem intensos trabalhos de campo, oitivas de testemunhas e análises técnicas detalhadas. O objetivo central é localizar Daiane e esclarecer, com precisão, as circunstâncias que levaram ao seu desaparecimento no condomínio.
Apesar da forte repercussão do caso na região e nas redes sociais, a PCGO ressaltou que manterá o sigilo sobre detalhes específicos das provas colhidas para não comprometer o andamento das investigações. A instituição garantiu que a imprensa será atualizada apenas quando houver informações que não coloquem em risco o sucesso da operação.








