Domingo, 14 de setembro. O ex-presidente Jair Bolsonaro deixou pela primeira vez sua prisão domiciliar para realizar procedimentos dermatológicos no Hospital DF Star, em Brasília. A saída foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, que impôs limites à permanência do ex-presidente na unidade de saúde.
O deslocamento foi marcado por forte aparato policial, com escolta de mais de 20 agentes armados e cerca de 10 batedores. O comboio chamou atenção não apenas pela dimensão, mas também pelas críticas públicas feitas por Carlos Bolsonaro, vereador do Rio de Janeiro e filho do ex-presidente.
Carlos classificou a operação como um “espetáculo de humilhação” e afirmou que o tratamento dado ao pai parecia um “método de abate”. Em suas redes sociais, declarou: “Já no hospital, homens fardados e armados vigiam como se um senhor de 70 anos pudesse fugir por uma janela. Fica claro: o objetivo é fragilizá-lo, expô-lo e ofendê-lo”. Ele ainda acrescentou: “Querem matar Jair Bolsonaro de um jeito ou de outro!”






