Todos os dias as notícias brasileiras chocam, confundem, agitam, espalham indignação ou recolhem adeptos das porradas no sistema democrático, na autonomia pátria e lembremos que tudo isso começou quando eles recusaram aceitar a vitória de uma mulher sobre um playboy herdeiro.
Sim, as coisas começam com ares de galhofa, depois instigam desavisados a promoverem ataques ao Supremo Tribunal Federal e até mesmo organizar uma explosão no aeroporto de Brasília. O caos dos “birrentos” envolve desobediência civil e maus exemplos legislativos, como prova Eduardo Bolsonaro, que ninguém explicou ainda porque continua sendo deputado federal por São Paulo, quando está no exterior tramando abertamente contra o país.
Se a priori a licença de Eduardo foi sem vencimentos, em julho voltou a receber salário, mesmo sem trabalhar. Algo impensável para qualquer servidor público. O que é, então, um parlamentar?
Do salário de 17.000, 94 que deveria receber normalmente, o desertor foi “punido” com um descontinho e recebeu 13.338,69 reais. Mas o movimento mais significativo veio em forma de verba de gabinete, quando utilizou 123.857,20.
Enquanto isso, os odiosos brasileiros que apoiam a família de Jair Bolsonaro destratam quem recebe Bolsa Família e chamam o presidente Lula de ladrão, como se fossem papagaios treinados, que falam sem concatenar o que dizem com a razão.
As eleições de 2026 servirão de ponto de análise para os extremos corruptos avaliarem a força de reeleição que possuem, e nós, brasileiros “roubados” pela Câmara dos Deputados, já podemos preparar o nosso “não” aos que permitem essa prevaricação nos poderes constituídos.
É crime receber sem trabalhar? Se fôssemos nós, com certeza seria!
Quem é o responsável por esta vergonha? Hugo Motta poderia responder, mas ele não se importa com a opinião do povo brasileiro.





