Empurrado pelos vereadores para a disputa ao governo, o prefeito JHC sabe que terá bem menos a negociar, caso deixe a chefia do executivo no próximo ano.
Olhando o cenário atual, Jota tem potencial de ser eleito ao Senado ou apoiar um nome.
Mas, se escolher ele próprio, corre o risco de eliminar ou Renan Calheiros ou Arthur Lira.
Se apoiar outro nome bem menos inofensivo aos dois líderes, também corre o risco de uma derrota anunciada. Logo, destruindo o próprio capital político- eleitoral.
Arriscando disputar o governo, terá dois caminhos: ganhar ou ganhar. Se perder, fica sem nada, até os novos amigos na Câmara.
Sobra a eleição para deputado federal. Mas para que brigar por ela se ser prefeito de uma capital vale bem mais?




