A luta de um ano e um mês contra um câncer na laringe terminou no início da
manhã, às 5h40, no Hospital Arthur Ramos, desta quinta-feira para o radialista José Bartolomeu dos Santos, o Bartô. Ele tinha 58 anos.
Bartô, que chegou à Rádio Gazeta em 1970, era a voz marcante que dizia “Quem ouve a Gazeta, sabe mais. Quem não ouve, está fora do ar”. Sua morte foi declarada às 5h40 no Hospital Memorial Arthur Ramos, onde estava internado.
Alagoano de Porto Calvo, ele começou a carreira profissional em 1968 como repórter geral e na captação do plantão esportivo da Rádio Difusora. Ao chegar à Gazeta, dois anos mais tarde, Bartô trabalhou no Departamento de Jornalismo e no programa Gazeta Saudade Jovem, aos domingos pela manhã, onde atuou até 1974.
Daí em diante, passou por várias emissoras de rádio AM e FM, como Rádio Progresso, Rádio Palmares – onde também exerceu função na área comercial –, Rádio Correio do Sertão de Santana do Ipanema, Rádios Maceió AM e FM e Rádio AM 710.
Retornou à Rádio Gazeta em 2001, quando passou a trabalhar na qualidade de Produtor Executivo, redigindo e apresentando os boletins informativos da programação diária e ainda participando da abertura das atividades da emissora, no comando do programa Forrobodó.
Informações do Gazeta Web









Uma resposta
Alguma coisa Simplismente vai e não volta mais – a carne é algo mortal – isso é uma dádiva, cada um tem a sua – a vida é uma passagem para a morte.
Hoje o mestre da comunicação escontra-se em outra dimensão – obrigado pelos ensinamentos – seu espírito é algo imortal – sua boa comunicação será respirada por outro profissional.
Ninguem pode fugir desse momento – todo organismo está outurizado a deixar de funcionar um dia.
A morte é para quem não suporta mais transportar o peso do corpo. Nesse momento morre também um pedaço de alguém – que algo o conforte esse trauma. –> ilto rodrigo escritor <–