Como nós revelamos esta semana, aqui no Repórter Nordeste, os médicos estão sem receber desde o mês de abril. Por isso resolveram cruzar os braços: nada de realizar consulas, exames ou cirurgias. Mantêm apenas a urgência e a emergência sob funcionamento.
Uma fonte disse que todos trabalham de forma precarizada, ou seja, os contratos são de boca e por produção. E os atrasos sempre existiram, porém nunca como agora: quase oito meses.
Os enfermeiros estão com salários atrasados há três meses.
A crise é geral, também piorada pelos atrasos nos repasses financeiros via Secretaria Estadual de Saúde.





