Centrais sindicais, sindicatos, movimentos sociais e populares realizaram um ato público e cultural unificado nesta segunda-feira, 1° de Maio, Dia do Trabalhador. Eles reivindicam direitos, trabalho, renda e democracia. O evento ocorreu na orla de Maceió, a partir das 8h da manhã.
“As entidades convidam os trabalhadores e trabalhadoras do campo e da cidade, servidores públicos e população em geral para o 1° de Maio, que tem como principais pautas a defesa dos direitos trabalhistas, do trabalho, da renda, da democracia, em defesa da Educação e pela revogação do Novo Ensino Médio, que prejudica alunos e professores; pela punição da Braskem, responsável pela maior tragédia ambiental em decorrência da mineração, prejudicou a vida da população de Maceió”, divulgou a Centra Única dos Trabalhadores (CUT) nas redes sociais.
Participam da organização a CUT, a CSP-Conlutas, a Nova Central e a Força Sindical, além dos sindicatos, como o Sinteal, o Sintesfal, o Sindjus-AL, o Sindipetro, o Sindicato dos Urbanitários, o Sindicato dos Bancários, a Fetag, a Fetar, entre outros, além das entidades dos movimentos pela moradia e pela reforma agrária.
Na ocasião, houve a apresentação dos artistas da terra, a cantora e percussionista Mel Nascimento, o cantor gbonan com samba de raiz, participação especial da Fernanda
Guimarães, batucada da Escola de Samba Girassol e o Boi Força Bruta.
“Não dá para falarmos em comemoração, porque derrotamos o fascismo nas urnas, mas o golpismo continua vivo em setores da imprensa comercial, nos quartéis, no parlamento e no mercado financeiro. Mas, enquanto eles tramam, milhares de famílias estão endividadas, passando fome e desempregadas”, afirmou a CUT.
“Projetos importantes para a classe trabalhadora seguem em segundo plano, porque só se fala em manter os juros altos e nos interesses do agronegócio.
Por isso, vamos às ruas no primeiro de maio, segunda, para cobrarmos o que realmente nos interessa: saúde, educação, emprego, renda e o fim da carestia.”, conclui.
*Com Assessoria








