
Há 26 anos o bancário Dimas Holanda era assassinado com 21 tiros em Maceió. São quase três décadas e a família pergunta a mesma coisa:
- Quando a Justiça alagoana, afinal, vai levar o caso a júri?
Considerado mandante do crime, o ex-deputado João Beltrão morreu sem nunca sequer ter sido citado.
Os acusados na execução (Cutita, Daniel Sobrinho, José Carlos Ferreira, Paulo Nei e Valdomiro Barros) seguem vivos e também nunca citados.
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A esperança é o presidente do TJ desembargador Fernando Tourinho e o desembargador Tutmés Airan. A família busca audiência com ambos e, quem sabe, levando o pai de Dimas, hoje com 90 anos.
É difícil entender como a vida vale tão pouco no Brasil. E as instituições ajudam nessa banalização do mal.





