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Justiça pelas vítimas de ódio, gritaria Marielle

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Meia década de um crime que se tornou emblemático, movimentou ideologias e mostrou a face humana ou bestial de cada brasileiro: Marielle Franco e Anderson foram as vítimas letais!

Crime mandado.

Crime político.

E a pergunta que ecoou por longos cinco anos ainda não foi respondida: Quem mandou matar Marielle e Anderson?

O Instituto Marielle Franco organizou uma jornada de ações neste dia, que começou com uma missa, pois o chamado espiritual compõe a história humana, na intenção de despertar no ser o que existir de melhor em valores e princípios humano/espirituais.

Mas no Museu de Arte do Rio de Janeiro e no Museu do Amanhã uma escultura intitulada “Marielle Gigante” e a Instalação “A voz de Marielle” abrem para visitação pública e quiçá despertem consciência social e política do povo a quem a ativista defendia.

Ação de grande porte simbólico e político também no Museu de Arte do Rio é o lançamento do Boletim Segurança Pública na Maré, com as Redes da Maré.

Como oferta à comunidade uma Oficina de Bordado, seguida do grito por justiça vindo das famílias de Marielle e Anderson.

Artistas comprometidos com as causas da vida e da sociedade firmaram participação nas lutas deste dia, e toda a sociedade brasileira é convocada a pensar nos caminhos de violência que o autoritarismo político construiu neste país, para assim participar do movimento de desconstrução dessa dor, fortalecendo o ativismo por justiça e paz, na salvação da nossa humanidade.

Justiça por Marielle e Anderson, e por todas as vítimas do ódio no Brasil!

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