Lideranças do MBL e do PSL em Alagoas realizam, todas as semanas, reuniões com setores expressivos do empresariado local.
Existem duas pautas na mesa: buscam financiamento para ações no campo político-partidário e preparam uma “lista de indesejáveis”- pessoas no Estado tidas como opositores ou inimigos políticos.
Por que se elabora esse tipo de lista? Não seria fora de cogitação perceber o claro discurso de campanha de Jair Bolsonaro: “morte”, “perseguição a esquerda”, “bandido bom é bandido morto”.
O PSL é o partido do presidente; o MBL tem as relações conhecidas.
“Lista de indesejáveis” em tempos de democracia parece soar ultrapassado. Mas a futura era Bolsonaro assusta mais se colocar em prática as promessas feitas na campanha.
Tempos duros.




