MPF apura venda ilegal de lotes para reforma agrária

O alvo dos procuradores federais é o Assentamento Guanabara

O Ministério Público Federal abriu investigação para apurar a suposta venda de lotes, destinados a reforma agrária, na cidade de São Luis do Quitunde. O alvo dos procuradores federais é o Assentamento Guanabara. O MPF diz que o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) pode estar sendo omisso na ação que ocorre no local.

No início deste mês, o ouvidor agrário regional do Incra, Marcos Bezerra, esteve em Porto Calvo, para apurar denúncias de venda de lotes no assentamento Irmã Dorothy. O coordenador do Movimento Via do Trabalho, Antônio José Gomes Soares, denunciou a venda ilegal de seis lotes da reforma agrária.

Segundo ele, uma das parcelas de terra teria sido adquirida por um técnico agrícola de uma empresa contratada pelo Incra para prestar assistência às 80 famílias assentadas. Em lugar da produção de alimentos da agricultura familiar, o técnico estaria criando gado da raça nelore.

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