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Maragogi: Crise em grupo político articula retorno de Marcos Madeira

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O ex-prefeito de Maragogi, Marcos Madeira, se articula para ser candidato nas eleições do próximo ano. O objetivo é contornar a crise de seu grupo político, afastando o risco de virar ficha suja, via Tribunal de Contas da União, além da possível cassação do filho, o deputado Marquinhos Madeira (PT), no Tribunal Regional Eleitoral (TRE).

O TCU condenou Madeira a devolver, exatos, R$ 331.650,00, referentes à não prestação de contas na compra de um ônibus escolar com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) mais R$ 50 mil em multa.

O relatório do tribunal foi encaminhado à Procuradoria Geral da República em Alagoas. O relator da ação no TCU foi José Múcio Monteiro.

Quanto a Marquinhos Madeira ele é acusado pelo Ministério Público Eleitoral de abuso de poder econômico nas eleições do ano passado. Se for cassado, assume o mandato Judson Cabral, hoje diretor-presidente do Serviços de Engenharia de Alagoas (Serveal).

A ação tramita no TRE. O relator é o desembargador José Carlos Malta Marques.

Marcos Madeira- primo do atual prefeito de Maragogi, Henrique Madeira- é acusado de corrupção em Maragogi e fugiu da polícia, ao ter prisão decretada. E, graças ao esquema instalado na cidade, o Grupo Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gecoc), do Ministério Público Estadual, descobriu que o mesmo modus operandi funcionava em outras sete cidades.

 

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