1.500 mortos na violência do futebol, em 42 anos

O número foi apresentado na última segunda-feira junto do anúncio de algumas orientações do Comitê de Segurança e Estádios da Fifa para evitar tragédias como a mais recente do Egito. No início de fevereiro, 76 pessoas morreram em um conflito entre torcedores do Al-Masri e do Al-Ahli, que refletiu a crise política que o país vive desde a deposição do ditador Hosni Mubarak, em 2011

UOL

Cerca de 1.500 pessoas morreram em confrontos decorrentes da violência no futebol desde 1971, segundo a Fifa. E a entidade, que está pressionada por mais episódios recentes e ensaia uma tomada de atitude sobre o tema, diz que o número é o resultado de uma pesquisa que incluiu conflitos antes, durante e após os jogos de campeonatos de todos os níveis espalhados pelo mundo.

O número foi apresentado na última segunda-feira junto do anúncio de algumas orientações do Comitê de Segurança e Estádios da Fifa para evitar tragédias como a mais recente do Egito. No início de fevereiro, 76 pessoas morreram em um conflito entre torcedores do Al-Masri e do Al-Ahli, que refletiu a crise política que o país vive desde a deposição do ditador Hosni Mubarak, em 2011.

A tragédia em Port Said não está incluída na lista da Fifa, que compilou dados até o ano passado. As 1.500 vítimas da violência no futebol estão relacionadas a 60 partidas distintas, e os casos não envolvem tragédias esportivas como as mortes em campo do camaronês Marc-Vivien Foe e do brasileiro Serginho.

.