O governador Paulo Dantas previu a repercussão do assassinato de Adriano de Farias Firmino Silva, em 18 de junho, na cidade de Junqueiro.
E determinou uma investigação que doesse em quem doesse.
A Polícia Civil nomeou uma comissão formada por três delegados.
Exatos 30 dias após o assassinato, ninguém foi preso. Não se conhece detalhes de depoimentos nem diligências na cidade.
Há muitas perguntas sem respostas públicas. Onde está o celular de Adriano? Com quem ele trocou mensagens pela última vez?
Mistérios que, novamente, vão penetrando no livro dos escândalos, esse que a PC escreve certo e errado por linhas tortas, retas e reconvexas.





