Repórter Nordeste

200 anos de Alagoas envolvem paixão, morte e muito a ser contado

capa
Livros abrem as comemorações dos 200 anos de AL

Duzentos anos. Tempo da emancipação de Alagoas do território pernambucano.

Dois livros procuram mostrar histórias dentro desta História. Histórias mostrando a intencionalidade dos discursos do passado influenciando o presente; nossa paixão pela morte, como diria Dirceu Lindoso; os miseráveis em sua busca por espaço; e quem comanda sem disposição de abrir estes espaços.

Ana Cláudia Laurindo e Odilon Rios abrem os 200 anos de Alagoas mostrando que, apesar de tudo, há luz no fim do túnel. O mesmo túnel onde percorreram os principais personagens da história brasileira pelas matas fechadas, neutralizando movimentos sociais; o mesmo túnel onde ideias circulam e o povo se reconstrói.

Laurindo faz uma análise socioantropológica sobre a área norte alagoana, diretamente ligada ao passado colonial do antigo sul de Pernambuco.

Rios entrevista 11 intelectuais da terra- Dirceu Lindoso, Sávio de Almeida, Élcio Verçosa, Douglas Apratto, Francisco Sales, Golbery Lessa, Osvaldo Maciel, Fábio Guedes, Ana Cláudia Laurindo, França Junior e Jorge Vieira- que falam dos colonizadores aos índios; dos operários aos canaviais; da paz à violência.
Lançamento:

200 anos de Alagoas: Análise Sócioantropológica e Alagoas, 200.
Autores: Ana Cláudia Laurindo, Odilon Rios
Onde? Memorial à República
Hora: 18hs às 22 horas

Sair da versão mobile