Jornalistas de Alagoas criam comitê antifascismo

Jornalistas alagoanos se reuniram na manhã desta quarta-feira (17), em café da manhã no Mercado de Jaraguá, para formar uma frente antifascismo, que integra…

Jornalistas alagoanos se reuniram na manhã desta quarta-feira (17), em café da manhã no Mercado de Jaraguá, para formar uma frente antifascismo, que integra ações para protestos neste final de semana, na orla da capital alagoana.

Para os jornalistas, a liderança de Jair Bolsonaro (PSL) nas pesquisas presidenciais significa “ameaça de retrocesso à democracia do país por ter uma candidatura assumidamente fascista”.

Jornais do mundo inteiro veem o cenário brasileiro com preocupação, por causa de Bolsonaro.

“Não é a toa que todos os meios de comunicação do mundo olham para o Brasil e se escandalizam com o fato de um nazifacista declarado, um defensor da violência, defensor da discriminação, defensor da covardia, estar em primeiro lugar nas pesquisas eleitorais. Isso é algo muito maior que uma eleição, é o futuro de um país. [Esta] é uma tendência mundial, de volta aos tempos mais sofridos do mundo que começa a se apresentar, e pior, pela via do voto”, disse o jornalista Enio Lins.

Já Izaias Barbosa, presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de Alagoas (Sindjornal), destaca outro momento na História brasileira de cerceamento da liberdade e diz que não esperava que o tema da liberdade de expressão voltasse à cena política do país.

“O jornalismo brasileiro já passou por isso algumas vezes e eu achava que não iriamos mais precisar entrar nessa luta por democracia, achei que era uma coisa do passado e que já tínhamos avançado. Agora, estamos à beira de uma catástrofe no Brasil. É um momento muito importante e muito difícil. Nós como comunicadores e formadores de opinião temos esse dever de informar à população a verdadeira história, o que esse candidato a presidente representa à democracia brasileira”, afirma o presidente do Sindjornal.

Com informações da Tribuna Independente

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