Ifal: Alunos denunciam pressão em disputa pelo comando de campus

Representação dos alunos do Instituto Federal de Alagoas (Ifal) temem que o segundo turno da campanha eleitoral para a direção do campus Maceió se…

Representação dos alunos do Instituto Federal de Alagoas (Ifal) temem que o segundo turno da campanha eleitoral para a direção do campus Maceió se transforme em intimidação.

Em duas notas que circulam no campus da capital, eles falam de pessoas ligadas ao grupo político do professor Damião Augusto.

Damião e a professora Gisele Loures estão no segundo turno para a direção do campus. Damião teve 938 votos; Gisele, 557.

As eleições para o Ifal envolvem os cargos de reitor e diretor-geral dos campi do instituto. A disputa para reitoria chegou a justiça. Uma liminar suspendeu as eleições, mas horas depois outra liminar, do Tribunal Regional Federal da 5ª região, determinou que a votação acontecesse.

Veja as duas notas que circulam do Grêmio Estudantil e do jornal dos estudantes

Nota de Esclarecimento e Repúdio

Devido a informações falsas que vem circulando no campus na última semana, viemos por meio desta nota nos posicionar e esclarecer alguns pontos sobre as eleições gerais do Instituto Federal de Alagoas – IFAL.
Logo antes do período eleitoral, foi decidido em reunião ordinária que o grêmio, enquanto representação estudantil, não deveria demonstrar apoio a nenhum candidato ou candidata, seja à reitoria ou à direção geral do Campus Maceió. Entretanto, é importante lembrar que antes de serem representantes estudantis, os gremistas são alunos do Instituto, e como tal, têm total liberdade para apoiar quem desejarem. Isso se evidencia no fato de que não há uma homogeneidade de votos no GEEL, e nem queremos que haja, de forma que o processo eleitoral seja justo e democrático.
Dito isto, gostaríamos de repudiar a atitude de alguns membros da campanha do candidato Damião e apoiadores do mesmo, que, em busca dos responsáveis pela divulgação de informações contrárias à sua campanha, constrangeu diversos alunos insistindo que se tratavam dos administradores do Alifal (perfil anônimo muito popular entre os alunos do campus). Além, é claro, de processos abertos sem provas contra o grêmio, sugerindo campanha política (que não ocorreu) e vinculação à página Alifal e ao Jornal IFALando Nisso e que foram arquivados por falta de comprovação.
Consideramos também no mínimo desrespeitosas algumas ações por parte da Comissão Eleitoral Local, especialmente na figura de seu presidente (que demonstrou clara parcialidade nas eleições, publicando em sua rede social foto de apoio a um dos candidatos) em sua tentativa de impedir (a pedido de apoiadores do candidato Damião) alunos e inclusive Conselheiros Superiores (que têm o dever de fiscalizar o processo eleitoral) de acompanhar a votação e a própria contagem de votos.
Entendemos que um candidato não tem total controle sobre as atitudes de quem o apoia. No entanto, tendo ciência do ocorrido, o mínimo que se espera é um posicionamento de repúdio a esse tipo de atitude.
Reiteramos novamente que o grêmio não apoia nenhum dos candidatos, mas nossos integrantes têm total liberdade para – enquanto alunos – fazerem campanha ou apoiar quem melhor lhes represente. Além de deixar claro o nosso compromisso com a verdade e a transparência, especialmente nesse período eleitoral. Pedimos que quaisquer dúvidas ou reclamações sejam dirigidas ao próprio grêmio para que possamos evitar novos boatos e notícias falsas.

Att. :

Diretoria executiva do Grêmio Estudantil Edson Luís

Maceió, 29 de Novembro de 2018

*NOTA DE ESCLARECIMENTO*

O Jornal Estudantil do Instituto Federal de Alagoas Campus Maceió, IFALANDONISSO, tendo ciência do atual quadro político no qual a instituição se encontra, e em pleno término do primeiro turno, e início do segundo, do processo eleitoral para Direção Geral, reafirma sua imparcialidade, independência, seriedade com a Comunidade Acadêmica da Instituição. Repudia e despreza veementemente os recentes acontecimentos que marcaram e marcam todo decorrer do processo eleitoral que fragiliza, pondo em dúvida e em incerteza a imparcialidade de todo processo. Inconformado com a inadimplência e omissão da Comissão Eleitoral Local referente as ações do Presidente em seus ambientes virtuais tendo reflexões no meio social, as quais promovem o oportunismo de discursos “vitimistas” e populistas em face a revolta das mesmas, prejudiciais a seriedade que um cargo de gestor demanda, transvestidos de campanha eleitoral.
A desinformação e as inverdades que se perpetuaram, nesse período eleitoral, fomentam a escancarada demagogia empobrecida, a ignorância e o processo de deterioração do voto consciente.
A perseguição política é retrato da polarização, inerente há qualquer processo eleitoral até então, tem sido gravemente lesiva ao diálogo, harmonia, tolerância e relações de respeito nas instâncias do Campus e nos meios de comunicação virtual. A sensação de caça política não se limita apenas fisicamente, todavia virtualmente com as páginas de entretenimento DISCENTE, independentes de qualquer manipulação externa, cunho ou vínculo político com a Comunidade.

_Atenciosamente, Coordenação de Redação._

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