PSDB prejudica campanha de Collor ao incentivar revoada tucana

É uma experiência original para o senador: como se tratam os inimigos cordiais em uma campanha?  

O estágio do prefeito de Maceió, Rui Palmeira, na Presidência estadual do PSDB está desmantelando  a campanha do senador Fernando Collor (PTC) ao Governo, menos de 1 semana das convenções que definiram o nome Delle na disputa estadual.

Logo Rui Palmeira, que costurou o palanque do PSDB com Collor na linha de frente.

O único tucano a mostrar a cara é o presidente da Câmara de Vereadores de Maceió, Kelmann Vieira- vice de Collor- cuja relação com o senador é antiga e tem o apoio do prefeito.

Mas, desde domingo, Collor não precisou da artilharia do governador Renan Filho (MDB) ou do senador Renan Calheiros (MDB) para atravessar o campo de guerra eleitoral. O próprio PSDB busca destruir o senador.

Primeiro, o candidato a presidente da República, Geraldo Alckmin, vetou a aliança com Collor. Depois veio o ex-governador Teotonio Vilela Filho, a vereadora Tereza Nelma e a candidata a deputada federal no ninho tucano da elite paulistana, Thereza Collor, que usa as redes sociais para enviar torpedos ao senador.

Silencioso, Collor costuma responder aos inimigos ao estilo. Porém, terá de conviver pacificamente em meio à revoada dos tucanos no palanque estadual. Pior: repercutindo no país.

É uma experiência original para o senador: como se tratam os inimigos cordiais em uma campanha?

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