Renan Filho veta reposição salarial a comissionados do MP

O impacto financeiro previsto para o ano de 2018 caso o projeto fosse aprovado seria de R$ 664.000. Em 2019, esse impacto saltaria para R$ 996.000.

O governador Renan filho vetou totalmente, por inconstitucionalidade, projeto de lei que reajustava os salários dos cargos em comissão dos serviços auxiliares de apoio técnico e administrativo do Ministério Público de Alagoas.

O projeto previa reajuste de 13,62% referente ao ano-base 2015, 10,67% referente ao ano-base de 2017 mais 2,95%.

O impacto financeiro previsto para o ano de 2018 caso o projeto fosse aprovado seria de R$ 664.000. Em 2019, esse impacto saltaria para R$ 996.000.

A iniciativa veio do procurador-geral de Justiça, Alfredo Gaspar de Mendonça.

O chefe do Ministério Público em Alagoas argumentava que a reposição salarial valorizaria os seus servidores proporcionando uma remuneração “condigna em prazo não muito longo de acordo com as responsabilidades e atribuições dos cargos de provimento em comissão do Ministério Público do Estado de Alagoas considerando a diminuição do poder aquisitivo”.

Com o veto de Renan Filho, o projeto de lei volta à Assembleia Legislativa. Os deputados vão decidir se acabam ou derrubam a decisão do governador.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *