Marx Beltrão só pensa naquilo: duas eleições e o comando da família

Pensar que Marx Beltrão, Renan Filho, Renan Calheiros e Maurício Quintella são inimigos políticos declarados, à beira de um ataque de nervos público, é…

Pensar que Marx Beltrão, Renan Filho, Renan Calheiros e Maurício Quintella são inimigos políticos declarados, à beira de um ataque de nervos público, é descartar as imagens circulando nas redes sociais que os quatro fazem questão de postar uns sobre os outros.

Também é exagero imaginar que os quatro são amigos para sempre, na definição piegas e açucarada.

Marx Beltrão insiste na candidatura ao Senado. Nas redes sociais, o deputado federal e ex-ministro do Turismo mostra os filhos herdeiros, os prefeitos aliados, obras e fala até sinal analógico desligado em Alagoas.

Mostra o tamanho do seu patrimônio (político/eleitoral); comporta-se como o sucessor do pai, o deputado João Beltrão, que anunciou não disputar a reeleição; quer a segunda (ou primeira?) vaga ao Senado, ao lado de Renan Calheiros; quer mostrar influência na hora das composições ao Palácio República dos Palmares (espaços no primeiro escalão etc); quer interferir em colégios eleitorais importantes, como Maceió, Marechal Deodoro, Palmeira dos Índios, área norte de Alagoas etc.

Ganhando ao Senado, Marx Beltrão quer espaço em 2020 (mais prefeitos e vereadores para chamar de seus) e 2022 (Governo).

Perdendo ao Senado, apostará que ganha no futuro. Tem patrimônio (político/eleitoral) para duas eleições.

É pouco? Não quando o assunto é ter e manter poder.

Para quem precisa, isso é muita coisa.

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