Correlatos: Para funcionários, saúde estadual tem ‘novos ricos’

É nas conversas entre servidores da Secretaria Estadual de Educação e, principalmente, pelas redes sociais fechadas ao grande público, que circulam histórias de servidores…

É nas conversas entre servidores da Secretaria Estadual de Educação e, principalmente, pelas redes sociais fechadas ao grande público, que circulam histórias de servidores que enriqueceram da noite para o dia. Um deles chegou a morar no conjunto Medeiros Neto- parte alta da capital alagoana- e hoje mora em apartamento na área nobre da capital alagoana.

São detalhes que podem estar de posse da Polícia Federal, que nesta terça-fera (8) realizou a 2ª operação na sede da Secretaria Estadual de Saúde. A primeira foi em 11 de maio.

“Pode estar” porque os detalhes da investigação- os nomes, por exemplo- não foram divulgados pela PF.

Desde o estouro da Operação Sucupira (apura o desvio de R$ 108 mil na Sesau) e da Operação Sepse, em 14 de junho (pelo Gecoc, do Ministério Público Estadual) que alguns funcionários da saúde estadual mostram nomes e histórias de alguns destes servidores.

Por óbvio, o blog não dirá os nomes.

Um deles, por exemplo, tem casa em 2 balneários de luxo, mais lanchas, vilas, casas, terrenos, apartamentos e carros. Muitos carros. “Fazem farras, churrascos, postam tudo nas redes sociais, não se preocupam com nada. Apostavam na impunidade”, disse uma fonte ao blog.

“O secretário Cristian quer resolver a situação. É um homem de bem mas terá de ter força para desmontar o que fizeram na secretaria”, disse outra fonte.

5 pessoas ouvidas pelo blog- ao longo destes 3 meses- elogiam as ações do atual secretário. Ao mesmo tempo citam nomes dos “novos ricos da saúde”.

“Há um condutor do Samu que até vendia notas fiscais para prefeituras, todo mundo lá dentro sabe disso”, disse outro funcionário.

Deixe uma resposta