Sem ódio, reunimos a resistência: esperança do Brasil

A história vai sobreviver a nós! Nossos acertos e erros, marcam e continuarão marcando o chão pisado, o tempo de agora. Por essa razão,…

A história vai sobreviver a nós! Nossos acertos e erros, marcam e continuarão marcando o chão pisado, o tempo de agora. Por essa razão, embora nos levantemos em posição de batalha, nós sabemos que não há definitivo, e todo contexto será movimentado por energias afins ou contrárias. Forma do tempo escapar aos limites do espaço.

Tenhamos convicções de rumar com a intenção certa, acalmando a ânsia de salvação que move os espíritos libertários, mas salvemos a subjetividade, da somatização dolorosa no corpo instrumento da vida, que nos presenteia com amanheceres renovados.

Não percamos a paz nem deixemos a sandice exterior penetrar a morada do nosso coração.

Eis a resposta ao questionamento recebido: como não odiar o inominável e seus seguidores?

Compreendo o papel social que lhes compete realizar no contexto traçado, e por eles assumidos como próprios.

Agentes de manutenção da força do status quo, nos domínios da Besta, que reúne Estado e Igrejas para obscurecer a luz do conhecimento, e despetalar as identidades, na desconstrução do que aborda a igualdade, e incomoda as potestades.

Os cultivadores do ódio aninharam o ranço secular contra a liberdade, porque ela é indomável.

Mesmo quando o corpo é imolado, e este ritual já se repetiu pela história humana incontáveis vezes, o poder jamais logrou o êxito de matar a busca pela condição de seres livres, que nos compõe a natureza humana, assim, como o estranho gosto de subjugar também se mostra intrínseco.

De tempos em tempos eles emergem das sombras para promover a caça aos sonhadores. De discurso inflado sobre bases moralistas, já nos encontraram mais desavisados. Hoje não conseguirão o mesmo êxito de outros tempos, porque a mulher não vai voltar para a cozinha, o homossexual não vai se esconder no armário, o negro vai exibir sua cultura e o índio lutará por suas terras, e todos estaremos juntos ao produtor agroecológico, que com os ciganos cantarão e dançarão sob o luar. Pois sabemos quem somos e onde estamos!

De intervenções urbanas, poéticas e resistência acadêmica em punhos, um grupo heterogêneo se unifica no Brasil: identidade que promove a resistência, na compreensão de que este momento é maior do que uma disputa partidária, é um luta territorial de vida ou morte, e nós queremos a vida em sua plenitude!

Abra os braços e acolha no abraço! Cuide de si e estenda a palavra de estímulo ao outro. Juntos podemos mais, faremos mais, e a história de agora conta conosco. Sobreviver para viver!

#Elenão

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