Ataque a grupo contra Bolsonaro não detém mulheres

O método utilizado para desarticular o grupo de mulheres unidas contra o candidato mais repudiado é característico do grupo que o segue: desrespeito ao…

O método utilizado para desarticular o grupo de mulheres unidas contra o candidato mais repudiado é característico do grupo que o segue: desrespeito ao outro, ferindo inclusive a liberdade de expressão, e gerando confusão, pois a candidatura foi gerada na simulação do caos.

Sim, tudo começou com um grupelho anunciando um apocalipse social, ideologia de gênero, erotização das crianças na escola, doutrinação marxista nas universidades e garantindo que a terra é plana.

A princípio parecia que a piada não pegava forma, pois todo mundo parecia ser letrado o suficiente para não se deixar levar por jargões tão insipientes. Ledo engano! Uma parte dos pseudo-informados embarcou na onda e os oportunistas se alinharam, espalhando balbúrdia como se fosse proposta política.

Assim continuam, semeadores da discórdia, da desinformação e invasores dos espaços democráticos!

Desde ataques à palestras em universidades, com vaias e ameaças a quem reage, ao escárnio nas postagens alheias na rede social facebook, o roteiro tem sido encarniçado.

Talvez a sociedade tenha duvidado do fundo de poço ao qual tais grupos são capazes de descer, e certa vista grossa tenha sido feita.

Raquear o grupo das mulheres é a reafirmação de como os seguidores do rejeitado costumam se posicionar nos espaços de convívio, ou seja, invadem e violam .

A reação política das mulheres membros do grupo é de resistência e persistência na campanha #Elenão, e tende a aumentar a repercussão, após o ataque sofrido.

O grupo foi raqueado, as administradoras excluídas e as participantes estão sendo excluídas automaticamente.

 

 

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